Exemplo A
Endereço 33 · 500 kbps
Baud rate d c b a
- d OFF
- c OFF
- b OFF
- a OFF
Endereço 64 32 16 8 4 2 1
- 64 OFF
- 32 ON
- 16 OFF
- 8 OFF
- 4 OFF
- 2 OFF
- 1 ON

Central técnica · Lenze i550
181 perguntas organizadas em oito temas, da seleção e instalação ao diagnóstico e à segurança funcional.
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O i550 cabinet é um inversor de frequência modular para instalação em armário elétrico. Ele atende aplicações como transportadores, deslocamentos, bobinadores, bombas e ventiladores, com recursos escalonáveis de controle, comunicação, diagnóstico e segurança funcional.
A linha atual é apresentada para potências de 0,25 a 132 kW. A potência disponível depende da tensão da rede, do regime de sobrecarga e da variante selecionada. Confirme sempre o código completo do produto e a tabela técnica da versão vigente.
Não. O modelo cabinet foi projetado para instalação em armário elétrico. Para montagem descentralizada, próxima ao motor ou na parede, a família Lenze possui variantes protec e motec com graus de proteção mais elevados.
O i550 cabinet possui grau de proteção IP20 quando montado e pronto para uso. Na região dos terminais de potência, o grau pode ser IP10 conforme o tamanho. Em aplicações UL, o equipamento é do tipo aberto e deve integrar um sistema aprovado.
A família inclui variantes para 120 V monofásico, 230/240 V monofásico ou trifásico e 400/480 V trifásico. A combinação de tensão e potência depende da variante; o código do produto identifica a classe de rede.
O código informa geração, potência nominal, tensão e tipo de ligação, presença de STO, filtro de interferência, região de parametrização e versão de I/O ou rede. Antes de selecionar acessórios ou documentação, compare o código completo da placa de identificação.
Leitura do código · i550 cabinet
I55AE311F1AV1000KSLeia da esquerda para a direita. Os números identificam os blocos e correspondem à legenda abaixo; não fazem parte do código. Em cada bloco, abra as opções para consultar os códigos e seus significados.
I55AE311F1AV1000KS| Bloco | Código | Significado neste exemplo |
|---|---|---|
| 01 Tipo de produto | I | Inversor |
| 02 Família de produtos | 5 | i500 |
| 03 Produto | 5 | i550 |
| 04 Geração | A | Geração 1 |
| 05 Montagem | E | Instalação em armário elétrico |
| 06 Potência nominal | 311 | 11 kW |
| 07 Alimentação e ligação | F | Trifásica: 3/PE AC 400 V ou 3/PE AC 480 V |
| 08 Conexão de motor | 1 | Eixo único |
| 09 Segurança funcional | A | Basic Safety — STO |
| 10 Grau de proteção | V | IP20, com revestimento |
| 11 Supressão de interferências | 1 | Filtro RFI integrado |
| 12 Parametrização de fábrica | 0 | Região EU — redes de 50 Hz |
| 13 Versão de I/O e rede | 00KS | Standard I/O com EtherCAT |
É um inversor i550 cabinet de geração 1, para instalação em armário elétrico, com potência nominal de 11 kW e alimentação trifásica 400/480 V. A configuração tem um eixo, Basic Safety — STO, grau de proteção IP20 com revestimento e filtro RFI integrado. A parametrização de fábrica é da região EU, para redes de 50 Hz, e a versão é Standard I/O com EtherCAT.
Para compor outro código: use as opções como guia de leitura e seleção. Combinar opções não garante que exista uma configuração comercial válida. Disponibilidade e compatibilidade entre potência, alimentação, geração e demais opções devem ser confirmadas na documentação da variante. Confira sempre o código completo antes de uma cotação ou pedido.
Conforme a variante, podem estar disponíveis CANopen, Modbus RTU, EtherCAT, EtherNet/IP, Modbus TCP, POWERLINK, PROFIBUS, PROFINET e IO-Link Device. A interface é definida pelo tipo de unidade de controle; não é um recurso universal de todo i550.
Existem variantes sem segurança funcional e variantes com Basic Safety STO. A presença de STO é identificada no código do produto e no módulo de segurança instalado.
O i510 é a opção mais simples e cobre potências menores. O i550 amplia a faixa de potência e oferece mais opções de rede, feedback, I/O, barramento CC e segurança. Ambos compartilham uma filosofia de operação e engenharia semelhante.
O i550 oferece modos para motores assíncronos e síncronos, incluindo V/f, controle vetorial sem sensor e, conforme a aplicação, controles com feedback. O modo deve ser selecionado de acordo com o motor, o encoder e o desempenho exigido.
Sim. A documentação atual classifica o inversor como IE2 segundo a EN IEC 61800-9-2. Essa classe é do conversor; ela não deve ser confundida com a classe IE do motor ou com a eficiência do sistema completo.
A documentação relaciona CE, UKCA e cULus, além de conformidade RoHS. A validade e as condições de cada aprovação devem ser verificadas para o código exato do produto e para o mercado de destino.
A documentação operacional informa 200% por 3 s e 150% por 60 s para serviço pesado. Para serviço leve, informa 167% por 3 s e 125% por 60 s. O dimensionamento deve considerar o ciclo de carga real e a corrente nominal da variante.
A faixa indicada vai de 0 a 599 Hz. A possibilidade elétrica do inversor não autoriza operar qualquer motor nessa velocidade: limites mecânicos do motor, rolamentos, ventilação, balanceamento e máquina acionada devem ser respeitados.
Sim. Com o módulo USB opcional I5MADU0000000S e o software Lenze EASY, a eletrônica de controle pode ser alimentada pela porta USB. Isso permite parametrização e atualização de firmware sem energizar a entrada de potência.
Há três caminhos principais: teclado para ajustes diretos, SMART Keypad App com módulo WiFi para aplicações simples e diagnósticos, e EASY Starter com módulo USB para parametrização completa, diagnóstico e funções avançadas.
O número de material está na placa de identificação do produto. Use esse número para localizar documentação, certificados, dados técnicos e suporte correspondentes à variante instalada.
Identificação do equipamento
I55AE215F10011002SRepresentação simplificada das fotos. A linha numérica foi omitida: o número de material não está identificado separadamente do número de série nas imagens fornecidas.
I55AE215F10011002S, descreve a configuração. Veja os blocos na FAQ 006.Para suporte: informe o Material Number completo e o código completo, quando disponíveis, e envie uma foto legível das duas plaquetas.
Como interpretar o código → FAQ 006Sim. A linha permite configuração modular com unidade de potência, unidade de controle e, quando aplicável, unidade de segurança. A combinação deve respeitar as séries e compatibilidades indicadas pela Lenze.
A documentação cita transportadores, movimentos de deslocamento, bobinadores, bombas, ventiladores e outras tarefas de máquinas. A seleção final depende de torque, velocidade, dinâmica, ambiente, rede e requisitos de segurança.
Não. A documentação classifica essa utilização como uso indevido previsível. O i550 deve operar somente com motores adequados para alimentação por inversor e dentro das condições especificadas.
Somente pessoal qualificado, familiarizado com instalação, montagem, comissionamento e operação de acionamentos, e capaz de aplicar as normas e leis locais de segurança.
As conexões podem manter tensão perigosa durante até 20 minutos após o desligamento. Aguarde o tempo indicado no produto e confirme a ausência de tensão antes de qualquer intervenção.
A documentação alerta para corrente de fuga superior a 3,5 mA CA ou 10 mA CC. Por isso, exige instalação fixa e conexão PE conforme EN 61800-5-1 ou EN IEC 60204-1.
Sim. Os inversores i5xx cabinet podem ser montados diretamente lado a lado, sem espaço lateral entre dispositivos. Ainda assim, devem ser respeitados os espaços superior e inferior de ventilação e os raios de curvatura dos cabos.
Os espaços mínimos garantem circulação de ar para resfriamento. Eles não incluem o espaço adicional necessário para curvar e organizar os cabos; o projetista deve considerar ambos.
A instrução operacional atual informa classe 3K3 e faixa de -10 a +60 °C, com redução de corrente acima de determinados limites. Confirme a edição da documentação e a variante, pois materiais comerciais podem apresentar faixas diferentes.
Para frequências de comutação de 2 ou 4 kHz, a redução indicada começa acima de 45 °C. Para 8 ou 16 kHz, começa acima de 40 °C. A taxa informada é 2,5% por grau Celsius.
Não. A documentação admite umidade relativa inferior a 95%, mas não permite condensação. O equipamento e o módulo de segurança devem estar aclimatados antes do comissionamento.
A instrução operacional indica comutação da rede até três vezes por minuto. Operações mais frequentes exigem outra estratégia de comando e verificação do projeto.
Antes da conexão a uma rede IT, devem ser aplicadas as medidas específicas da documentação, incluindo a remoção dos parafusos identificados para IT e, quando requerido, o uso de transformador de isolamento. O procedimento depende do tamanho do equipamento.
Não. As conexões plugáveis devem ser conectadas ou desconectadas somente sem corrente. O equipamento também deve estar desenergizado antes de ser removido da instalação.
Sim. A blindagem e sua conexão correta reduzem interferências EMC. A Lenze fornece chapas de conexão de blindagem para vários tamanhos; o arranjo deve manter trajetos curtos e ligação adequada ao painel.
Até 0,5 m, os condutores da resistência e do monitoramento térmico podem ser torcidos. Para comprimentos maiores, o cabo da resistência deve ser blindado; o comprimento máximo indicado é 5 m. O cabo do monitoramento térmico pode permanecer torcido.
Parametrize corretamente a proteção térmica e utilize o termostato da resistência para provocar um desligamento seguro da alimentação quando necessário. A documentação recomenda resistências intrinsecamente seguras quando se deseja dispensar um dispositivo separado de desligamento.
Não. O relé X9 não é indicado para comutação direta do freio. Use circuito de potência apropriado e supressão adequada para cargas indutivas ou capacitivas.
A documentação informa até 240 V CA/3 A, 24 V CC/2 A ou 240 V CC/0,16 A. Esses valores são máximos; a categoria de utilização e a natureza da carga devem ser consideradas.
A entrada X109 aceita PTC único conforme DIN 44081, conjunto triplo conforme DIN 44082 e contato térmico. O tipo instalado no motor e o nível de isolamento devem ser compatíveis com a aplicação.
Sim, antes de conectar um sensor térmico. O i550 sai com monitoramento de temperatura ativo e um jumper entre T1 e T2; o jumper apenas mantém o circuito fechado quando não há sensor conectado.
O X3 utiliza borne de mola conectável, aceita seção de até 1,5 mm² e exige 9 mm de desencapamento, conforme a instrução operacional consultada.
A documentação indica nível baixo entre 0 e +3 V e nível alto entre +12 e +30 V. A lógica pode ser configurada como ativa em nível alto ou baixo, conforme a função.
A saída de 24 V é destinada principalmente às entradas digitais. A corrente máxima conjunta para a saída de 24 V e a DO1 é 100 mA.
A 24E permite alimentar a eletrônica de controle e a comunicação com uma fonte de 24 V CC independente da rede. A corrente máxima indicada é 1 A, e a fonte deve atender aos requisitos SELV/PELV aplicáveis.
A saída de 10 V destina-se principalmente à alimentação de um potenciômetro de 1 a 10 kΩ. A corrente máxima indicada é 10 mA.
Sim. Essas entradas podem ser configuradas como entrada de frequência ou de encoder HTL. A configuração e a resolução de avaliação devem ser compatíveis com o encoder e a versão de firmware.
A escolha depende da potência, da variante e das normas locais. A documentação comercial indica RCD tipo B ou F em determinadas faixas e tipo B em outras. Use a tabela técnica do equipamento específico e considere a corrente de fuga do sistema.
Na configuração de fábrica, DI1 comanda Run por P400.02, DI2 reseta falhas por P400.04, DI3 inverte o sentido por P400.13, DI4 seleciona o bit 0 de predefinição por P400.18 e DI5 seleciona o bit 1 por P400.19.
O i550 permite atribuição flexível de funções. Se uma entrada permanecer ligada a uma função padrão e for também atribuída a outra, as duas serão acionadas simultaneamente. Esse conflito pode provocar comportamento inesperado.
Abra a aba I/O dentro de Diagnosis. Todas as entradas e saídas aparecem com suas funções. Quando um ponto possui mais de uma atribuição, surge um botão com reticências; ao selecioná-lo, o EASY Starter lista todas as funções associadas.
Abra a tela Flexible I/O configuration, selecione a função que deve ser removida e ajuste sua fonte para 0, Not connected. Faça uma nova conferência na aba I/O antes do comissionamento.
P400.13 inverte o sinal do setpoint e P400.09 comanda Run reverse. Se ambos forem acionados pela mesma entrada, as duas inversões podem se combinar e o motor girar para a frente, contrariando a intenção do programador.
Com DI4=0 e DI5=0, o setpoint padrão vem da entrada analógica. DI4=1 seleciona a predefinição 1; DI5=1 seleciona a predefinição 2; ambas em 1 selecionam a predefinição 3.
A documentação consultada mostra 20 Hz em P450.01, 40 Hz em P450.02 e 50 ou 60 Hz em P450.03, conforme a região de rede. Esses valores podem ser alterados para a aplicação.
Defina o tipo de sinal em P430.01 e associe os extremos da escala aos valores de frequência em P430.02 e P430.03. A fonte de setpoint também deve estar ajustada para AI1 em P201.01.
A lista inclui 0 a 10 V, 0 a 5 V, 2 a 10 V, -10 a +10 V, 4 a 20 mA e 0 a 20 mA. A instalação deve corresponder ao modo elétrico configurado.
A AO1 pode representar frequência de saída, setpoint de frequência ou valor de AI1. A faixa elétrica e os valores mínimo e máximo são definidos nos parâmetros P440.01 a P440.04.
Entre as opções estão em execução, pronto para operação, operação habilitada, parada ativa, erro ativo e advertência ativa. A seleção é feita em P420.01.
Ele fica verdadeiro quando não há erro ativo, o STO não está ativo e a tensão do barramento CC está adequada. É um estado mais completo do que apenas presença de alimentação.
A DO1 é apresentada com a função Soltar freio. O sinal deve comandar um circuito apropriado; não se deve usar a pequena saída digital para alimentar diretamente um freio.
O primeiro e o último nó físico devem ter resistor de terminação. No i550, ajuste a chave DIP R para ON nesses nós. Os demais dispositivos não devem permanecer terminados.
As chaves DIP podem definir endereço e taxa. Quando todas ficam em OFF, o endereço vem de P510.01 e a taxa de P510.02.
Configuração CANopen
Na versão CANopen do i550, o conjunto fica na abertura frontal: R é a terminação, d c b a formam o grupo Baud e 64 32 16 8 4 2 1 formam o grupo CAN Address. No diagrama, ON ↑ e OFF ↓; confira sempre a indicação no equipamento.
| Chave / parâmetro | Peso / função | Posição | Significado |
|---|---|---|---|
| 64 · 32 · 16 · 8 · 4 · 2 · 1 | Endereço CANopen: cada chave tem o peso indicado. | ON = soma o peso; OFF = soma zero. | Some as chaves em ON. Cada nó deve ter endereço único, de 1 a 127. |
| d · c · b · a | Baud rate: taxa de comunicação. | Combinações ON/OFF da tabela de taxas. | Todos os nós devem usar a mesma taxa. Com endereço por DIP, OFF/OFF/OFF/OFF seleciona 500 kbps. |
| Os dois grupos | Endereço e baud rate por parâmetros. | Todas as 11 chaves em OFF. | P510.01 fornece o endereço e P510.02 fornece a taxa. A chave R é independente. |
| P510.01 | Endereço por parâmetro. | Chaves de endereço 1 a 64 em OFF. | O endereço vem de P510.01. Não é necessário ligar uma chave de endereço. |
| P510.02 | Baud rate por parâmetro. | Chaves d/c/b/a e de endereço 1 a 64 em OFF. | A taxa vem de P510.02, inclusive quando o endereço também é parametrizado. |
| R — terminação da rede | Resistor de terminação CANopen. | ON no primeiro e no último nó físico. | A posição depende da rede; não faz parte do cálculo do endereço nem da taxa. |
Modo por parâmetros: somente quando os grupos de endereço e de baud rate estiverem em OFF, use P510.01 para o endereço e P510.02 para a taxa. Com endereço por DIP e as quatro chaves de baud rate em OFF, a taxa documentada é 500 kbps.
Exemplo A
Exemplo B
Os exemplos mostram combinações documentadas. Para uma instalação real, confirme o código completo, a orientação das chaves e o procedimento de colocação em serviço no manual do equipamento.
Nessa condição, a documentação informa detecção automática de taxa de transmissão e paridade. Verifique também o endereço configurado e a terminação física do barramento.
Use as chaves rotativas para definir o identificador do dispositivo. Quando ambas estão em zero, o identificador é obtido de P510.04.
As chaves ajustam o último byte do endereço 192.168.124.x. Se ambas estiverem em zero, o endereço IP vem da parametrização P510.01.
As chaves definem o último byte do endereço 192.168.100.x. Quando ambas estão em zero, o endereço do nó é obtido no índice 0x23C1:004.
Não. A instrução operacional informa que as chaves rotativas não têm função para PROFINET. A identificação deve seguir o procedimento próprio da rede e da ferramenta de engenharia.
Ative o resistor de terminação no conector do primeiro e do último nó físico. As chaves DIP podem definir o endereço; com todas em OFF, o endereço vem de P510.01 e a taxa é detectada automaticamente.
Nos dispositivos i-Series de eixo único, o código atual é disponibilizado no índice 0x603F, do tipo UINT16. Dependendo da arquitetura e da rede, ele pode ser lido pelo canal de parâmetros ou mapeado no PDO de transmissão.
Sim. O EASY Starter permite exportar um arquivo de texto com códigos de erro, medidas corretivas e observações em alemão e inglês. Esse arquivo pode alimentar a interface de diagnóstico de um controlador de terceiros.
Em uma configuração com STO e fonte de controle flexível, o download automático pode habilitar o inversor antes de concluir parâmetros que não podem ser alterados nesse estado. O download falha e o EtherCAT permanece em Pre-operational.
Ative a fonte de controle pela rede ajustando 0x2631:037 para Constant TRUE, salve a configuração com 0x2022:003 ou pelo ícone Save e reinicie o controlador. A solução se aplica ao cenário e às versões descritas no artigo.
Confirme cabeamento completo, ausência de curto e fuga à terra, ligação estrela ou triângulo correta, sequência de fases, função de desligamento de emergência e área de perigo livre. Depois energize e observe os LEDs RDY e ERR.
O exemplo usa DI1 para start/stop, DI3 para inversão e DI4 para a predefinição de 20 Hz. A AI1 deve ficar sem ligação ou conectada ao GND quando o exemplo usa a frequência predefinida.
Mantenha a tecla Enter pressionada por três segundos. A tela indica que o parâmetro foi salvo. Sem esse procedimento, a alteração pode permanecer apenas temporariamente até o desligamento.
Sim. A instrução operacional informa que o motor deve estar parado antes de os parâmetros serem alterados ou confirmados.
Pressione CTRL e confirme com Enter. Para devolver o controle, pressione CTRL novamente e confirme. A mudança deve ser feita em condição segura para evitar partidas inesperadas.
Ajuste P200.00, P201.01, P400.01 e P400.02 para 1, conforme o exemplo da instrução operacional. Salve os parâmetros depois da alteração.
Pressione R/F e confirme a mudança com Enter. Antes de comandar a inversão, confirme que a máquina permite essa manobra e que a limitação de sentido não está bloqueada.
Carregue os padrões em P700.01, configure tensão da rede, pontos V/f, frequências mínima e máxima, rampas e escala de AI1; salve mantendo Enter por três segundos e teste o cabeamento dos terminais em área segura.
Grupo 0 reúne Favoritos; grupo 1, diagnóstico; grupo 2, configuração básica; grupo 3, controle do motor; grupo 4, I/O; grupo 5, rede; grupo 6, controlador de processo; grupo 7, funções adicionais; e grupo 8, sequenciador.
Entre os parâmetros mais úteis estão P100.00 frequência de saída, P103.00 corrente real, P106.00 tensão do motor e P150.00 código de erro.
Use P200.00. A opção I/O flexível permite atribuir comandos a sinais digitais; a opção Teclado reserva a partida para a tecla Start e ignora outras fontes de partida.
Use P201.01. As opções incluem teclado, AI1, AI2, entrada HTL, rede e frequências predefinidas. A fonte escolhida deve ser coerente com a origem real do comando.
P203.01 oferece partida padrão, frenagem DC antes da partida, retomada de velocidade em voo e pré-magnetização. A escolha depende da carga e do estado do motor no momento do comando.
P203.03 permite rotação livre, rampa padrão, rampa de parada rápida ou posicionamento de desligamento. A escolha deve considerar dinâmica, segurança e capacidade de dissipar a energia de frenagem.
Defina a frequência mínima em P210.00 e a máxima em P211.00. Esses limites são aplicados aos setpoints, mas não substituem a verificação dos limites mecânicos do motor e da máquina.
Use P220.00 para aceleração 1 e P221.00 para desaceleração 1. A faixa apresentada é de 0 a 3600 s, com 5 s como valor padrão indicado na tabela.
P300.00 seleciona servo para motor assíncrono, controles sem feedback para motores síncronos, SLVC para motor assíncrono e controles V/f em malha aberta ou fechada.
A linear atende cargas de torque aproximadamente constante; a quadrática é voltada a cargas cujo torque cresce com a velocidade, como várias bombas e ventiladores; a Eco mantém característica linear com otimização de energia em carga parcial.
A tensão de base em P303.01 e a frequência de base em P303.02 definem a relação V/f. Normalmente são usados os valores nominais do motor correspondentes à ligação estrela ou triângulo realmente executada.
Ajuste P304.00 para permitir somente o sentido horário. Essa função bloqueia setpoints negativos de frequência e de PID; ainda assim, confirme a direção física do motor no comissionamento.
Use P306.01 conforme o ciclo da aplicação. Serviço pesado é destinado a solicitações dinâmicas elevadas; serviço leve, a cargas de menor dinâmica. O regime altera a capacidade de sobrecarga disponível.
Execute P700.01 = 1. Todos os parâmetros na RAM retornam ao padrão do firmware e as alterações do usuário são perdidas. O processo também interrompe temporariamente a comunicação cíclica e pode gerar erro de comunicação.
Execute P700.03 = 1. Não desligue a alimentação nem remova o módulo de memória durante o salvamento. Na próxima energização, os parâmetros serão carregados dessa memória para a RAM.
Não, quando se usa o módulo USB no i550 cabinet. O USB alimenta a eletrônica de controle, permitindo a atualização sem tensão na entrada de potência.
Instale o pacote EASY. O EASY Navigator organiza as ferramentas; o EASY Package Manager atualiza os pacotes e o EASY Firmware Loader executa a atualização do inversor.
Selecione a família correta do inversor, a variante correspondente ao protocolo de comunicação ou I/O e, em geral, a versão mais recente liberada. Verifique antes a compatibilidade do projeto e as notas de versão.
Mantenha o inversor inibido, preserve a conexão USB e não interrompa o processo. Confirme a versão atualmente instalada e a versão de destino antes de iniciar o download.
No EASY Starter, abra Parameter list, selecione Group 0 Favorites e use o ícone de edição. Adicione somente os parâmetros que o operador realmente deve visualizar ou alterar.
A série i500 permite uma lista configurável de até 50 parâmetros. Ela pode combinar diagnósticos e ajustes necessários à aplicação.
Ao ligar, o equipamento pode iniciar sem permissão de escrita. O PIN1 libera escrita apenas nos Favoritos; o PIN2 libera o conjunto completo de parâmetros. Isso permite separar operação e serviço técnico.
Não. O artigo informa que a proteção restringe a escrita por interfaces de parametrização, como teclado e EASY Starter, mas não altera as palavras de controle da rede.
Depois de concluir a aplicação, execute Save OEM data em P700.06. O conjunto pode ser restaurado com Load OEM data em P700.05; incluir esse comando nos Favoritos facilita a recuperação pelo usuário autorizado.
Informe rotação, frequência, potência, tensão, cos phi e corrente nominal conforme a ligação estrela ou triângulo realmente executada. Não misture dados correspondentes a conexões diferentes.
P327.04 inicia a identificação automática com o motor energizado. P327.05 calcula o modelo usando os dados nominais sem energizar o motor. A identificação tende a produzir dados mais aderentes ao conjunto real, mas exige condições seguras.
Sim. O guia de suporte recomenda executar a identificação energizada de um motor de terceiros quando ele estiver frio, pois a resistência do estator varia com a temperatura.
Selecione o motor correto no catálogo, confira proteções de corrente, I²t, PTC e limites de velocidade, e recalcule os controladores de corrente pela função 0x2822/28. Depois ajuste inércia e filtro conforme a aplicação.
Digite os dados de placa, execute a identificação energizada com o motor frio, ajuste proteções e então configure o controlador de velocidade. Se as inércias não forem conhecidas, comece de forma conservadora e refine com medições.
A inércia do motor é informada em 0x2910/1 e a da carga em 0x2910/2. Como os valores são somados no cálculo, evite superestimar a carga no primeiro ajuste; recalcule e aumente a rigidez gradualmente.
O guia recomenda considerar 10 ms em 0x2904/0 para motores de maior porte. A alteração deve ser validada pelo comportamento dinâmico real da aplicação.
Corrente de magnetização excessiva e ajuste muito agressivo do controlador de corrente transversal podem provocar desligamentos. Revise o modelo do motor e aumente ganhos em etapas, com medição.
Em firmware até 04.00, o ganho calculado do controlador de corrente transversal pode ficar baixo, provocando oscilação transitória e primeiro sobresinal audível. O guia cita aumento gradual do ganho, sempre validado na aplicação.
Para os casos documentados com firmware antigo, o guia cita fatores de 5 a 20 em motores Lenze e de 5 a 10 em motores de terceiros. Não é um valor universal: aumente progressivamente e interrompa quando não houver benefício ou surgirem instabilidades.
Sim. Em acionamentos de maior porte, a resistência do cabo pode alterar significativamente a resistência total vista pelo inversor. O guia sugere somar essa resistência ao valor do estator e recalcular os controladores em 0x2822/28.
O guia recomenda identificação em qualquer caso a partir de 55 kW, tanto para motores Lenze quanto de terceiros, para obter uma característica do inversor otimizada nos parâmetros 0x2947:01 a 17.
Sinais típicos são oscilação e corrente a vazio muito diferente da corrente de magnetização esperada. Nessa situação, o guia recomenda identificação não energizada e ajuste do modelo.
O procedimento descrito ajusta Rs para que a corrente de magnetização correta circule a 0 Hz e Lh para reproduzir essa corrente a 75% da frequência nominal em vazio. Depois, recalcule os controladores em 0x2822/28.
O guia informa que a corrente de magnetização calculada pode ficar baixa em motores maiores. Com o modelo corrigido, ela pode ser aumentada para recuperar torque de partida sob carga.
A característica de boost foi alterada para melhorar o torque de partida. Projetos antigos com boost alto podem passar a desligar por sobrecorrente; o guia exemplifica reduzir um ajuste anterior de 1% para cerca de 0,4%, sujeito à aplicação.
Uma correção interna alterou a avaliação das correntes de aceleração e de repouso em fator √2. Projetos antigos podem apresentar travamento no ponto de comutação ou salto audível de velocidade; reduza esses ajustes e valide o movimento.
Até a versão 4.0, a interação entre compensação de escorregamento, amortecimento de oscilações, boost e característica do inversor podia gerar assimetria e oscilação das correntes de fase. Use valores revisados e ajuste conforme a aplicação.
Selecione o motor IE3 correspondente no catálogo do EASY Starter. Essa seleção carrega automaticamente os valores básicos. Depois aplique apenas os ajustes adicionais compatíveis com o firmware e o modo de controle indicados na nota técnica.
O documento cita 05.06.00.13 para i500 cabinet e 06.02.00.13 para protec. Em versões anteriores podem ocorrer limitação de torque ou oscilação na região de enfraquecimento de campo.
A nota recomenda ativar o bit 2 de 0x2DE0:010, usar temperatura de referência do motor de 20 °C, multiplicar o ganho do controlador Imax em 0x2B08:001 por 0,25 e o tempo de reset em 0x2B08:002 por 4.
A nota recomenda multiplicar o tempo de reset do controlador de enfraquecimento de campo 0x29E0:002 por 6, ativar o bit 3 de 0x2DE0:010 e ajustar ganho e tempo de reset do controlador Q por fatores 0,5 e 2.
Ela liga um motor 230 V delta/400 V estrela de 50 Hz em triângulo a um inversor de 400 V e estende o ponto base para 87 Hz. O inversor deve suportar a corrente nominal em triângulo.
Ela amplia a faixa de velocidade por aproximadamente √3, aumenta a potência disponível para o mesmo torque e pode permitir motor menor ou maior velocidade de máquina. O ganho depende dos limites mecânicos e térmicos do conjunto.
A rotação pode chegar perto de 5000 rpm. Confirme a capacidade mecânica do motor, rolamentos, ventilação, balanceamento e carga. O artigo também sugere revisar o boost por causa da baixa indutância desses motores.
Para i510/i550, o artigo orienta inserir diretamente frequência e tensão de base em P302/índices 0x2B01:2 e 0x2B01:1 conforme os dados da placa e a ligação do motor. A fórmula usada em outras séries não deve ser transferida automaticamente.
Porque a tensão, corrente e frequência nominais aplicáveis dependem da ligação dos enrolamentos. Use na parametrização somente os valores da placa correspondentes à conexão realmente realizada.
P410.02/0x2630:002 oferece avaliação de quatro bordas para a opção HTL Encoder >=512 incr. e avaliação simples para HTL Encoder <128 incr. A descrição do nome indica o método recomendado, não uma proibição absoluta por resolução.
Em casos observados com firmware 05.02, atualize para 05.03 e selecione HTL Encoder <128 incr. [4]. Para posicionamento por controlador Lenze, o artigo traz uma exceção: mantenha a avaliação >=512 [1] para evitar deriva em repouso.
STO, Safe Torque Off, impede a geração de torque pelo inversor e corresponde a uma parada não monitorada de categoria 0. Ela não separa eletricamente o motor da alimentação.
Não. A documentação exige medidas adicionais para o desligamento de emergência conforme EN 60204-1, incluindo isolamento elétrico quando necessário, por exemplo mediante contator de rede central.
O módulo Basic Safety usa SIA e SIB como entradas seguras e GS como potencial de referência. Sensores ativos, passivos ou dispositivos de comutação de segurança podem ser conectados conforme o circuito validado.
A tensão máxima nominal não deve exceder 32 V CC. Tensão maior pode destruir o módulo de segurança.
Não. A instalação e o comissionamento devem ser feitos por pessoal qualificado em segurança funcional, com componentes, cabeamento, diagnóstico e validação coerentes com EN ISO 13849-1 e EN ISO 13849-2.
O projeto deve impedir reinicialização automática perigosa. Medidas externas devem exigir confirmação conforme a avaliação de risco e a EN ISO 13849-1.
Quando forças externas puderem movimentar o eixo, especialmente em cargas suspensas. Nesses casos, use freios adequados e, para funções de segurança, freios com classificação de segurança.
SS1 realiza uma parada controlada de categoria 1 e, após o tempo definido, ativa a remoção segura de torque. O tempo de atraso do relé de segurança deve ser maior que o tempo de parada rápida QSP, considerando tolerâncias.
Os exemplos removem P400.13 de DI3, atribuem P400.03 à entrada digital 3, invertem o nível por P411.03 para lógica ativa em LOW e ajustam P225.00 conforme o tempo QSP da aplicação.
Porque DI3 é reutilizada para a parada rápida. Manter a inversão de sentido na mesma entrada criaria dupla atribuição e comportamento incorreto durante a função de segurança.
A lógica LOW-active permite que perda de sinal ou interrupção do circuito conduza à condição de parada rápida no exemplo. A adequação ao nível de desempenho requerido depende de toda a arquitetura.
Sim. Os exemplos mostram arquitetura com relé eletromecânico para PL d. O relé, seus contatos, a taxa de operação, o diagnóstico e o cabeamento precisam ser recalculados para o projeto real.
Sim. Os exemplos mostram relé eletrônico em arquiteturas PL e, tanto para um eixo quanto para três eixos. Os valores publicados pertencem aos componentes e hipóteses do exemplo.
Sim. O material inclui soluções de três eixos com relé eletromecânico PL d e relé eletrônico PL e. Cada i550 recebe sua própria função STO e o cálculo considera os três módulos.
Sim. Um exemplo usa relé eletrônico e contator de motor com contatos positivamente guiados, em arquitetura PL e. Ele é indicado quando o isolamento elétrico automático entre rede e motor é realmente necessário.
Não. Eles dependem dos componentes, número de atuações, horas e dias de operação, versões e exclusões de falha adotadas. Recalcule com os dados atuais dos componentes reais.
Os exemplos consideram cabos protegidos em canaleta e instalados dentro do armário, conforme as normas citadas. Se o trajeto real não atender a essas condições, a hipótese não pode ser mantida.
Não. O componente de menor desempenho e a arquitetura completa limitam o resultado. Em exemplos com saídas retardadas do relé eletromecânico, o circuito fica limitado a PL d mesmo com botão monitorado em categoria 4.
Não. Eles mostram subfunções possíveis. O projetista deve verificar legislação, diretivas, normas, versões, tempos, componentes e riscos residuais antes do comissionamento.
Compare tipo do i550, módulo i5MASA0, versão de hardware, versão de software e documentação dos relés. Os exemplos consultados indicam i550 a partir de software 03.00.02.00 e módulo com identificação de hardware específica.
A tela mostra o texto, o tipo e o código hexadecimal. W identifica advertência, T identifica distúrbio e F identifica falha. Falhas e distúrbios permanecem visíveis e desabilitam o inversor; advertências aparecem periodicamente.
Elimine a causa, aguarde qualquer tempo de bloqueio e pressione Stop. O motor permanece parado; depois pressione Start somente quando for seguro retomar a operação.
É possível retirar e reaplicar o sinal Run em DI1 ou aplicar um flanco na função Reset error, padrão em DI2 por P400.04. O reset só ocorre quando a causa não está mais ativa e o tempo de bloqueio terminou.
Verifique curto no motor e cabeamento, resistência de frenagem, ligação estrela ou triângulo e dados do motor. O erro possui tempo de bloqueio indicado de 5 s.
Inspecione o cabo, o motor e o comprimento ou capacitância do cabo. Quando necessário, use cabo mais curto ou de menor capacitância e confira a instalação EMC.
Revise o dimensionamento, a carga mecânica, os dados do motor e os ajustes de compensação de escorregamento e amortecimento. O erro indica que a solicitação térmica calculada ficou excessiva.
Não. O artigo informa que o sensor sozinho não atende integralmente à proteção exigida. A função I²t parametrizada para o motor atende ao requisito e detecta sobrecorrentes rápidas que chegam ao sensor com atraso térmico.
Reduza a dinâmica da carga, confira a tensão da rede e a gestão da energia de frenagem. Se necessário, conecte e parametrize corretamente uma resistência de frenagem com o chopper integrado.
Nos códigos 3220, 3221 ou 3222, verifique tensão da rede, fusíveis, configuração de rede e o valor do barramento em P105.00.
Verifique tensão da rede, ventilação e temperatura do dissipador em P117.01. Limpe ventilador e passagens de ar, substitua o ventilador se necessário e considere reduzir P305.00.
Revise dimensionamento, carga, sensor térmico e cabeamento nos terminais X109/T1 e X109/T2. Confirme também que o tipo de sensor e a parametrização são compatíveis.
Há atribuições incompatíveis ou incompletas entre fontes e funções. Revise o mapa de I/O. Com controle por teclado ou rede, P400.01 e P400.02 podem precisar de Constant TRUE para permitir a partida.
Ambos tratam da carga térmica da resistência de frenagem. Revise dimensionamento e parâmetros da gestão de energia. O reset ocorre somente depois que a carga cai abaixo do limiar correspondente menos 20%.
A velocidade ultrapassou o limite monitorado. Revise a velocidade máxima do motor em P322.00, o limiar em P350.01, a fonte de referência e o feedback do encoder.
As combinações indicam ausência de alimentação, inicialização, STO ativo, inversor habilitado ou desabilitado, advertência, falha, falta de tensão no barramento e parada rápida. Use a tabela da instrução operacional, pois a cadência de piscamento faz parte do diagnóstico.
É a interligação dos armazenamentos de energia dos inversores em uma rede CC comum. Todos os participantes retiram dessa rede a tensão usada para gerar suas saídas para os motores.
Drives em frenagem podem fornecer energia aos drives em motorização. Isso reduz potência retirada da rede, perdas em resistores de frenagem, potência necessária do módulo de alimentação e quantidade de cabeamento CA.
O documento define rede CC permissível de 450 V CC a 750 V CC para o contexto descrito. O valor efetivo e as tolerâncias devem ser compatíveis com todos os participantes.
A conexão é feita na interface X100, pelos potenciais +UG e -UG, quando a variante possui essa possibilidade. O mesmo conector também aparece nas ligações de potência do equipamento.
Em geral não é recomendável, porque os plugues ou bornes não acomodam de forma adequada dois condutores da mesma seção necessária. O documento orienta usar um ponto externo de distribuição CC no painel.
Sim. O documento orienta instalar fusíveis externos em ambos os caminhos, +UG e -UG, conforme normas regionais e o conceito de proteção do painel.
As condições documentadas usam corrente de curto-circuito disponível máxima de 50 kA. O projeto deve garantir que a fonte e todos os componentes atendam ao SCCR requerido.
O documento considera tensão CC gerada a partir de rede CA retificada de até 480Y/277 V, além das condições específicas de fusíveis e SCCR. Não extrapole essa condição sem avaliação da Lenze.
Na proteção individual, cada i550 possui seu par de fusíveis semicondutores. Na instalação em barramento comum, vários inversores compartilham fusíveis na alimentação CC, exigindo critérios adicionais para cabos, terminais e correntes em cada trecho.
O documento exige seção capaz de conduzir pelo menos 122% da corrente nominal do fusível CA nas condições reais de instalação. Também devem ser respeitadas as seções máximas e correntes admissíveis dos terminais X100.
O inversor com menor corrente nominal de fusível define o valor máximo permitido para o fusível comum F1. Essa regra evita que a menor unidade fique sem proteção adequada.
Não. Alguns fusíveis semicondutores asseguram curto-circuito e falha à terra, mas não toda condição de sobrecarga. O projetista deve complementar a proteção por seção de cabo, fusível do lado CA e demais medidas necessárias.
Eles são compactos, permitem controle de corrente dinâmico e carregam a rede com relativamente pouca potência reativa harmônica. Em comparação, conversores com barramento de corrente exigem grandes indutâncias e tendem a ser menos dinâmicos.
As planilhas reúnem perdas de inversores e motores em pontos padronizados de carga e velocidade. Para os i550, incluem tensão, corrente nominal, frequência de referência, classe IE2 e perdas em watts; para motores, incluem dados nominais e perdas em vários pontos operacionais.
Combine os pontos de perdas do inversor e do motor que mais se aproximam do ciclo real de velocidade e torque. Não use apenas o ponto nominal: aplicações que operam muito tempo em carga parcial podem ter resultado anual diferente.
Consulte os modelos, os acessórios com compatibilidade registrada e os documentos disponíveis.
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